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Mariana Guerini BEM PERTO DE VOCÊ

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Mariana Guerini BEM PERTO DE VOCÊ

Entrevista concedida à Revista BEMPORTO em junho de 2014, edição 01.
Por Nilson Araujo | Fotos: arquivo pessoal da entrevistada

Pertencer a uma família numerosa nem sempre é fácil, mas pode ser bem interessante. É o que afirma Mariana, primogênita do empresário Paulo Guerini e de Holanda Paifer. A jovem, de 31 anos, é arquiteta formada pela Puc Campinas, trabalha na empresa familiar Guerini Planejamentos há oito anos, ao lado do pai, irmãos e cunhada e se casou no ano passado com Diego Camargo, tendo uma das festas mais badaladas de Porto Feliz, que foi planejada – integralmente – por ela mesma.

Mariana revela que desde criança resolveu seguir os passos do pai na área de obras e, aos 10 anos, já era a secretária do escritório da avenida Monsenhor Seckler. Após se formar, foi a responsável pelo projeto do novo escritório, que fica localizado em Boituva e também foi seu primeiro projeto. Desde então, vem contribuindo, significativamente, com o crescimento da empresa em todos os âmbitos, colhendo ótimos resultados, como a expansão do número de funcionários de 16 (em 2006) para aproximadamente 100 (atualmente).

Nesta entrevista, Mariana relata alguns momentos importantes vividos na sua infância e adolescência, como o balé, fala sobre sua carreira, sobre a empresa da família e também sobre sua vida pessoal, em especial, seu namoro, casamento e os planos para expandir a sua família ao lado do Diego, seu marido desde o final de 2013. Confira!


Família Guerini: sempre reunida nos momentos mais importantes
Foto de Túlio Scarpari

Você é gente de quem?
Nasci e fui criada em Porto Feliz e venho de duas famílias locais: Paifer e Guerini. Sou a primeira dos quatro filhos de Paulo Roberto Guerini e Holanda de Fátima Paifer Guerini. Meus Avós Joaquim Paifer e Waldemar Guerini sempre foram figuras conhecidas em Porto Feliz.

Como foi sua vida em Porto Feliz?
Tenho muitas lembranças boas da minha infância e adolescência, todas vividas em Porto Feliz. Cultivei muitas amizades desde a época do coleginho até hoje. A minha turma tinha um convívio muito gostoso, sempre nos reuníamos na praça da Matriz depois da escola, fazíamos tudo juntos, balé, inglês, educação física. A turma de escola foi a mesma da quinta série até o colegial, por isso éramos muito unidos, participávamos de todas as atividades, exposições, gincanas, desfiles escolares, festivais, estávamos envolvidos em tudo que acontecia na cidade. Minha geração viveu uma época muito gostosa de Porto Feliz.
Frequentávamos muito o Tênis Clube; no verão batíamos carteirinha todos os dias à tarde para tomar um sol de piscina e à noite paquerar nos bailes e nos americans bars. De domingo, depois da missa, nos encontrávamos na praça e ficávamos com os amigos até nossos pais virem nos buscar. Também nesta fase da vida um dos maiores impulsionadores do meu desenvolvimento foi o balé, senão o mais importante, digo isso, pois vivi 15 anos no meio da dança e esta convivência me auxiliou tanto no campo social e comportamental, como educacional e físico. Éramos um grupo de meninas muito unido, praticávamos várias atividades juntas e, além disso, tínhamos horas e horas de ensaios para festivais, competições, eventos na cidade e até mesmo celebrações religiosas.
Não posso deixar de comentar também lugares especiais que marcaram esta fase da minha vida: minha casa na Avenida Monsenhor Seckler, onde eu e minha família convivemos por 15 anos e vivemos momentos de plena felicidade; o sítio dos meus pais no Campo Largo, lugar de muitas histórias especiais e aventuras entre os primos e amigos; a casa da minha nona, berço familiar dos Guerinis, local de muitas lembranças boas e felizes, almoço de domingo garantido com muito macarrão e falatório em volta da mesa; o sítio da minha madrinha e padrinho, reuniões da família Paifer com muita diversão na companhia dos primos mais velhos.
A primeira maior mudança em minha vida foi sair de casa e morar fora para cursar o ensino superior em Campinas. Ao mesmo tempo minha família se despedia da casa da Monsenhor Seckler para se mudar para o Portal dos Bandeirantes. Era um outro momento de nossas vidas.

Como foi a escolha da sua profissão?
Minha escolha pelo curso de Arquitetura foi influenciada pelo trabalho inspirador do meu pai. Cursei arquitetura na PUC Campinas e o período em que vivi em Campinas foi de muito aprendizado pessoal e profissional. Fiz amizades inesquecíveis, vivenciei o universo da arquitetura e por ele me apaixonei. Morei quatro anos num bairro completamente estudantil, todos a minha volta respiravam o clima de faculdade, trabalhos que rolavam pela madrugada adentro, festas nos campus da PUCC e da Unicamp, encontros nas repúblicas. Foi uma época maravilhosa! No meu último ano de estudante, aos 22 anos, decidi buscar outros ares e conhecer de perto a maior cidade do Brasil, São Paulo. Por lá, morei e trabalhei por um ano e pude vivenciar o ritmo frenético da cidade que nunca dorme. Meu objetivo era adiquirir experiência profissional e tentar absorver ao máximo da vida arquitetônica que existe apenas na cidade de São Paulo. Concluído este período de estágio e faculdade, eu me despedi de Campinas e São Paulo, e regressei para Porto Feliz com algumas experiências acumuladas nesses anos e com muitas ideias e sonhos para realizar. Quando voltei, passei a fazer parte da Guerini Planejamentos, onde trabalho há oito anos e atuo na área de Projetos, Comercial e Novos Negócios. 

Como era a Guerini Planejamentos na época e o que mudou depois da sua entrada? Quais foram suas maiores dificuldades enfrentadas no início?
A Guerini Planejamentos começou em Porto Feliz com o empreendimento Residencial Porto Feliz, há mais de 20 anos. Na época, meu pai tinha um escritório na Avenida Mosenhor Seckler, era um cômodo ao lado de nossa casa. Ele já trabalhava havia um bom tempo com negócios imobiliários, mas foi em 1993, que a Guerini Planejamentos foi fundada oficialmente. Eu, com 10 anos na época, ajudava na função de secretária, enquanto minha mãe, muitas vezes fazia a rotina de banco; Matias já trabalhava conosco como desenhista e meu pai atrás dos negócios, sempre trabalhando muito, de domingo a domingo.  Quando comecei a trabalhar na Guerini Planejamentos, em janeiro de 2006, o escritório da empresa era numa casa antiga no centro de Boituva. Contávamos com seis colaboradores no escritório e 10 nas obras.
Desde que cheguei, muitas transformações aconteceram, mas prefiro ressaltar aquilo que não mudou: os princípios e valores da Guerini. O escritório foi reformado e está mais moderno; hoje temos a felicidade de empregar aproximadamente 100 funcionários, mas tudo isso só tem valor porque continuamos muito compromissados com a humildade e o trabalho. As dificuldades foram as mesmas que provavelmente todas as novas gerações enfrentam em empresas familiares. A cultura criada pelo meu pai é extremamente valiosa; portanto, qualquer alteração, mesmo que necessária no ponto de vista dos filhos é sempre um grande desafio. Minha participação foi a mesma que de todos os outros colaboradores, ou seja, sempre com a intenção de melhorar a cada dia. Apesar de ser recém-formada, fiz o projeto de construção do novo escritório em 2006 – na verdade, foi o meu primeiro projeto como arquiteta. Em âmbito organizacional, ajudei a estruturar uma rede de dados, porque já havia tido contato com uma estrutura semelhante durante meu estágio em São Paulo. Da mesma forma, e durante o meu MBA, tive contato com um anúncio de Sistema Integrado (ERP). Busquei informação a respeito e adquirimos um em 2007, iniciando sua implantação. Foram mudanças substanciais, dado que o meu pai à época sequer utilizava o computador, hoje uma ferramenta indispensável em seu dia-a-dia. Em âmbito comercial, contratei uma agência de Itu para desenvolver o logotipo, o website e demais itens de papelaria da empresa, iniciando um trabalho de identidade visual da Guerini Planejamentos.

Já trabalhou em outro emprego que não fosse da família?
Sim, estagiei durante um ano numa empresa de Projetos, na cidade de São Paulo, chamada L&M Engenharia.

Sentiu alguma diferença, alguma mudança de conceito?
A L&M era uma empresa que contava com pelo menos 40 projetistas e estava envolvida com projetos de importantes clientes, como Bradesco e Banco Real. Ou seja, ela estava em outro patamar em termos de estruturação organizacional e padronização de projetos – foi uma boa referência para minhas iniciativas posteriores na Guerini Planejamentos. 
A que você remete a grande mudança de valores que transformou a Guerini de uma simples imobiliária a uma empresa de renome no mercado?
Em minha opinião, a justificativa do crescimento da Guerini é exatamente o oposto, ou seja, a manutenção dos valores herdados do meu pai. Além de um grande visionário, ele é um homem de muitos princípios. Dá muito valor à família, ao trabalho e segue, anunciadamente, os princípios de Jesus Cristo. Ademais, a Guerini procura ter um compromisso verdadeiro com cada cidade em que desenvolve seus projetos. Dois exemplos disso são as intervensões feitas nas entradas das cidades de Porto Feliz e Boituva.
Quem age neste caminho, ou seja, com a intenção de desenvolver um trabalho sério e transformador, geralmente colhe bons frutos e com a Guerini não foi diferente – acredito que todo o nosso trabalho seja muito abençoado por Deus.

Qual a sua participação nesta mudança de conceito?
A minha humilde participação foi a de trazer um pouco de novas ideias, referenciadas nas minhas experiências e na vontade de atualização. Acho extremamente importante que a empresa, por menor que seja, tenha uma estrutura organizacional que auxilie no seu crescimento. Também é muito importante, e isto é um trabalho que estamos desenvolvendo, o marketing tanto institucional como dos produtos Guerini. A padronização de nossos produtos assim como a boa apresentação de todo portfólio de nossa empresa, auxilia a Guerini desenvolver projetos em novas praças. Hoje, a Guerini trabalha com três produtos em seu portifólio: Portal Ville, Portal dos Bandeirantes e Portal Castello Branco.

Qual a posição da empresa no mercado atual?
A Guerini Planejamentos é uma empresa que trabalha no segmento de loteamentos residenciais (abertos ou fechados) e industriais, além de tentar promover um trabalho direcionado à atração de investimentos para as cidades e região em que atua.

Quantos empreendimentos a Guerini Planejamentos tem na cidade de Porto Feliz e qual é a projeção da empresa para os próximos anos?
A Guerini Planejamentos já realizou 11 empreendimentos em Porto Feliz: Residencial Porto Feliz, Belo Alto, Altos do Tendá, Chácaras Nestor, Portal dos Bandeirantes, Jardim Brasil, Portal dos Bandeirantes II, Portal Ville Ipê, Portal Ville Flamboyant, Portal Marechal Rondon, Portal SP97.
Para o futuro, a Guerini pretende continuar com projetos significativos para a cidade, região e até para o país. Para tanto, vem trabalhando há muitos anos em áreas estratégicas do nosso munícipio e, inclusive, mudará sua sede para a cidade em breve.

Qual a importância desses investimentos para a cidade?
Porto Feliz é uma cidade que possui uma área territorial muito extensa, em especial no vetor de desenvolvimento sentido Castello Branco. É um município que dispõe de água, terrenos com carcterísticas favoráveis (topografia, pouco passivo ambiental, localização, dentre outros) e uma população muito acolhedora. Com este conjunto, aliado aos recentes investimentos de grandes multinacionais, a tendência é que a cidade continue atraindo novos e significativos investimentos. A importância é histórica para o desenvolvimento econômico, uma vez que estes investimentos geram empregos, recolhimento de impostos e uma sensação de confiança e orgulho à população. 

A Guerini Planejamentos é uma empresa familiar. Além de você, quem mais da sua família trabalha nela e qual a participação de cada um nas tomadas de decisões?
Hoje, além de mim, os meus irmão Paulinho e João (Pola) também trabalham na empresa, assim como a minha cunhada Luana. O Paulinho tem uma vocação natural à organização e incrementou sobremaneira as iniciativas de tecnologia da informação, além de ser Engenheiro Civil e atuar nas frentes de Projetos Técnicos e Obra. O João também é Engenheiro Civil, recém-formado, e está muito próximo do meu pai se ambientando com os desafios da empresa. A Luana, mais uma Engenheira Civil, tem nos ajudado muito na frente de obras.


Mariana com seu pai Paulo e seus irmãos


Como é a relação profissional entre vocês? Existe algum atrito com relação ao modo de gerir, ou cada um tem sua função bem definida que não seja preciso a interferência de outros nas tomadas de decisões? 
A relação profissional sofre um pouco por conta de nossa cultura familiar. Somos de descendência italiana, com a típica estrutura da família extendida, muito unida, amorosa, porém sem limites muito claros de interferência do coletivo no individual. Este contexto, somado à personalidade forte de cada um, gera naturalmente uma tendência a conflitos na tomada de decisões e direcionamentos. Porém, a última palavra em geral é a do meu pai e a boa intenção de todos acaba prevalecendo sobre as eventuais divergências.  

O que é preciso para manter o ambiente mais profissional possível?
Esta é uma boa pergunta. Iniciamos alguns trabalhos focados na melhoria de nossa gestão e governança corporativa, mas ainda temos muito a caminhar em termos de definição de escopo, respeito à hierarquia e processos formais de tomada de decisão. Estes três ingredientes são a nossa aposta para aumentar o profissionalismo na empresa.

A questão familiar atrapalha?
Acredito que todos os aspectos podem ser observados de duas perspectivas: a positiva e a negativa. O mesmo vale para a questão familiar – ao mesmo tempo que misturar as esferas traz efeitos colaterais por conta do excesso de intimidade e afins, oferece também uma união e capacidade de transformação que talvez fossem mais difíceis numa relação simplesmente profissional, entre patrão e empregado.

É possível separar família de trabalho em uma empresa familiar?
Os limites não são tão fáceis de delimitar. Eventualmente as divergências de um universo acabam atingindo o outro. Porém, acredito que o saldo ainda seja muito positivo, vide o trabalho gratificante da empresa e a manutenção da união familiar.

Fora da empresa, como é a sua convivência com seus familiares?
A melhor possível. Tenho uma família abençoada e muito unida. Meu pai faz questão de estarmos todos reunidos todo final de semana.

Como conheceu o seu marido? 
Eu conheci o Diego Camargo há quatro anos, assistindo à eliminação do Brasil da Copa de 2010. Estávamos em Sorocaba na casa de um amigo em comum. Na época, eu morava e ele trabalhava em Sorocaba. Como ele é do mesmo ramo profissional, logo de cara houve empatia entre ambos. Neste mesmo dia teve um evento em Boituva, no qual eu estava envolvida, e acabei convidando-o para ir junto. E deu certo. Ele foi, e a partir daí começamos nos conhecer melhor.

Ele é do mesmo ramo profissional em que atua?
Sim, o Diego é engenheiro civil e já atuou em incorporadoras importantes na cidade de São Paulo. Temos muita afinidade com qualquer assunto que envolva nosso trabalho e a troca de experiência também é muito interessante. Hoje, ele também possui uma rede de culinária Japonesa em Sorocaba, a Top Temaki.

Como foi a hora do ‘Sim’ ao seu pedido de casamento?
Namoramos por três anos, foi uma fase muito boa e tempo suficiente para nos conhecermos bem e decidirmos nos unir para sempre. Uma questão que eu considerava fundamental era a afinidade entre o Diego e minha família e isto aconteceu desde o começo quando nos conhecemos. Isto é muito importante para o fortalecimento do relacionamento. O pedido de casamento aconteceu numa viagem que fizemos para Santiago (Chile). Foi inesquecível e inesperado! A cidade é maravilhosa, conhecemos vários lugares incríveis. Ele escolheu um restaurante bem româtico e típico da região. Foi um mometo muito agradável.

Como foram os preparativos para o grande dia?
Como toda noiva, fui atrás de todos os detalhes do casamento. Sempre gostei de decorar e montar eventos, sendo eles lançamentos imobiliários ou aniversários. Não ia ser diferente com o evento do meu casamento. Foi um momento empolgante, mas ao mesmo tempo também cansativo, pois eu estava reformando meu apartamento em Sorocaba. Fui atrás de todos os fornecedores e pude desenhar o ambiente da forma que eu imaginava. Tive a graça de meu casamento ser celebrado pelo Padre Isaac, além de ser muito amigo ele é uma pessoa muito querida em nossa cidade. Foi maravilhoso! A igreja Matriz estava esplêndida! Realmente, é uma experiência que ficará marcada para sempre em minha vida. O ambiente da festa também ficou maravilhoso do jeito que imaginei.
Sabemos que o sonho da grande maioria das mulheres é encontrar a sua cara-metade. O Diego é uma pessoa que te completa?
O namoro é uma fase muito importante no relacionamento conjugal, pois é o momento em que descobrimos vários fatores importantes para o sucesso do mesmo: o sentimento que existe entre o casal; os limites e inseguranças de cada um; o convívio entre as famílias; se os objetivos de vida caminham para uma mesma direção; se a fé e a espiritualidade estão no coração de cada um. Todos esses aspectos eu encontrei no Diego, ele é um grande companheiro e também é o meu amor.

Como você concilia o seu casamento com sua vida profissional?
Faço o possível para conciliar e administrar bem as duas coisas. O comportamento feminino atual mostra-se cada vez mais diferente do vivido nas épocas de minha mãe e avó. Elas viviam integralmente para a manutenção de seus lares e na educação de seus filhos. Já eu, quero conciliar esta administração do lar sem abdicar-me do trabalho que faço na Guerini Planejamentos. As mulheres da minha geração já mostraram que isto é bem possível. É muito importante também a compreensão do homem nas divisões de tarefas do lar.

Você vem de uma família grande, de muitos tios, primos e irmãos. Como se vê no papel de mãe?
Realmente, venho de uma família grande e unida, sinto-me abençoada por fazer parte disso. A casa sempre com um movimento intenso, cada um com um assunto diferente um momento diferente. Lembro-me muito de uma cena em que estávamos todos reunidos: pais, tios, irmãos, avós, primos, todos falando sem parar, uns falando sobre política, outros, falando sobre assuntos da semana, meus primos mais novos brincando. A casa estava cheia! Foi quando meu marido Diego, que vem de uma família bem pequena e que não tem muita frequência em se reunir, virou-se para mim e disse: você é muito abençoada por ter a família que tem. Realmente quero continuar presenciando em toda minha vida momentos de boa convivência como estes. Quero ter filhos e educá-los da mesma maneira que meus pais conduziram minha educação. Filhos são um presente de Deus, uma benção para a família. E espero que meus filhos desfrutem a atenção e o tempo com seus avós como eu tive o prazer de desfrutar. Isto não tem preço.

Você é uma mulher realizada? 
Muito! Tenho uma família linda e saúde pra desfrutar tudo que Deus tem preparado em minha vida! Deus está em cada parte ou momento bom de minha vida, e sempre estará. Como meu pai sempre diz: “O pouco com Deus é muito e o muito sem Deus é nada”.


Mariana e seu marido Diego.Pedido de casamento aconteceu num jantar especial, no Chile

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